quinta-feira, 7 de junho de 2012

Texto do Novo Código Penal: Crimes Eleitorais


A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos está a redação dos dispositivos atinentes aos crimes eleitorais.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos  aos crimes eleitorais, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Crimes Falimentares


A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos está a redação dos dispositivos atinentes aos Crimes contra o patrimônio - Crimes falimentares.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos aos crimes falimentares, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Dos crimes relativos a estrangeiros


A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos está a redação dos dispositivos atinentes aos crimes relativos a estrangeiros.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto dos dispositivos referentes aos crimes relativos a estrangeiros, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Crimes resultantes de discriminação ou preconceito

A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos a redação dos dispositivos atinentes aos Crimes resultantes de discriminação ou preconceito

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos aos Crimes resultantes de discriminação ou preconceito, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Drogas


A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos a redação dos dispositivos atinentes aos Crimes contra a Saúde Pública - Drogas.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos aos Crimes contra a Saúde Pública - Drogas , clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Terrorismo


A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos a redação dos dispositivos atinentes ao terrorismo, com redação aprovada na reunião de 30 de março de 2012.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.

  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos ao terrorismo, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Tráfico de pessoas

A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos a redação dos dispositivos atinentes ao tráfico de pessoas, com redação aprovada na reunião de 20 de abril de 2012.

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.



  • Para acessar o texto dos dispositivos relativos ao tráfico de pessoas, clique aqui.

Texto do Novo Código Penal: Parte Geral

A Comissão de Juristas responsável pela elaboração do Anteprojeto do Novo Código Penal Brasileiro vem divulgando pelo sítio virtual da Procuradoria Regional da República da 3.ª Região (na qual está lotado o relator da comissão, o Procurador Luiz Carlos Gonçalves) os textos já aprovados pela comissão e que comporão a redação final do Anteprojeto de Código Penal a ser apresentado na sua integralidade no final deste mês de junho.

Entre os textos consta a Nova Parte Geral, a qual se encontra disponibilizada em dois arquivos, um completo na versão do relator e outro com a redação dos artigos referentes às penas (Arts.32-68).

Ainda que sejam parciais, a leitura dos textos permite vislumbrar as novas diretrizes pretendidas no projeto e a partir de uma fonte direta, os textos aprovados pela comissão, invés das meras notícias que repercutem as inovações do Anteprojeto.


  • Para acessar o texto da Nova Parte Geral na versão do relator, clique aqui.
  • Para acessar o texto dos artigos 32-68 da Nova Parte Geral, clique aqui.


terça-feira, 5 de junho de 2012

CCJ do Senado aprova Assusete Magalhães para ministra do STJ


Assusete Magalhães, à esquerda, seguida
dos senadores Eunício Oliveira e Renan Calheiros. Extraída de Agência Senado.



A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (5) o nome da juíza do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) Assusete Magalhães para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A votação pelo plenário deverá ocorrer somente na próxima semana. Durante a reunião extraordinária da CCJ, ela recebeu a aprovação de todos os senadores presentes – 20, no total. 

Natural de Serra (MG), Assusete tem 63 anos e ingressou na magistratura em 1984. Sua qualificação para o cargo foi exaltada pelas autoridades que acompanharam a sabatina. “Assusete tem um histórico invejável. É uma juíza de carreira, com 28 anos de magistratura, com decisões bastante fundamentadas, sólidas e reconhecidas. É uma juíza que tem posição, o que vai agregar e enriquecer o STJ”, afirmou o ministro João Otávio de Noronha. 

O presidente da CCJ, senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE), relatou que poucas foram as pessoas que tiveram a unanimidade da CCJ em sabatinas, como ocorreu com a juíza. “Ela deu uma demonstração muito firme do seu saber jurídico. Demonstrou muita segurança nas respostas”, disse. 

O parlamentar destacou que a preocupação do Senado, agora, é aprovar o nome da magistrada o quanto antes, para que o quadro do STJ logo esteja completo. “É importante que mais um ministro possa exercer sua função na plenitude. São vários e vários processos que serão tirados da gaveta”, declarou. 

Assusete foi indicada pela presidenta Dilma Rousseff a partir de lista tríplice encaminhada ao Planalto pelo STJ há cerca de oito meses, para preenchimento de vaga decorrente da aposentadoria do ministro Aldir Passarinho Junior. 

Foi a terceira vez que a juíza integrou uma lista para o STJ. Depois de aprovada sua indicação pelo plenário do Senado – onde terá de receber maioria absoluta dos votos –, a nomeação da magistrada ainda deve ser publicada no Diário Oficial da União. 

Reforma processual 

Durante a sabatina, a magistrada defendeu a adoção de mecanismos para combater a morosidade na Justiça. Ela comemorou o resultado positivo alcançado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com a implantação de ferramentas como a súmula vinculante e a repercussão geral – o volume de processos foi reduzido para um terço do que era. As mudanças surgiram com a Emenda Constitucional 45/2004 (chamada de Reforma do Judiciário). 

Ela lamentou que a lei dos recursos repetitivos, aplicada ao STJ, não tenha tido o mesmo sucesso, já que o volume de trabalho no Tribunal continua imenso – 235 mil processos em 2011. Para a magistrada, isso se deve, em parte, ao caráter não vinculante das teses firmadas pelo STJ em julgamentos desse tipo. “Talvez a solução viesse na vinculação obrigatória dos tribunais de segundo grau à decisão que o STJ proferisse nesses recursos representativos da controvérsia”, sugeriu. 

Soluções alternativas

A juíza Assusete se mostrou uma defensora da adoção de instrumentos alternativos na solução de litígios, como forma de acelerar o andamento dos processos e evitar a morosidade. “Na conciliação, ganham todos: ganham as partes, ganha o estado, ganha a Justiça. E há certas demandas em que a decisão formal não dá uma resposta que agrade a ambas as partes”, disse. 

No biênio 2006-2008, quando foi a primeira mulher a presidir o TRF1, Assusete adotou essas medidas, com a implementação de projetos de conciliação nas áreas previdenciária, assistencial e de contratos de mútuo do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Como presidente, ela também operacionalizou a Justiça itinerante, por meio de barcos e carretas, o que beneficiou as comunidades mais carente dos Brasil, de acordo com a magistrada. 

A juíza do TRF1 também saudou a criação da Lei 12.403/11, que trouxe aos juízes a possibilidade de aplicação de medidas alternativas à prisão cautelar. “A prisão deve ser a última alternativa”, disparou. 

Apesar de ser considerada rigorosa na persecução penal, a magistrada acredita que a implementação da lei na sua essência poderá efetivamente reduzir a população carcerária brasileira. A cadeira que Assusete deverá assumir no STJ será, provavelmente, numa turma especializada em matéria penal. 

Papel do CNJ 

Questionada pelos senadores sobre o papel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a magistrada se declarou uma defensora do órgão. “O CNJ tem contribuído para o aperfeiçoamento do Poder Judiciário brasileiro. Nós, magistrados de segundo grau, não tínhamos poder correcional”, revelou. 

Ainda como juíza do TRF1, Assusete integrou o conselho de administração daquele tribunal entre 2004-2006, tendo atuado, no mesmo período como corregedora-geral da Justiça Federal de primeiro grau na 1ª Região, área que abrange 13 estados mais o Distrito Federal. 

A magistrada acredita que o CNJ também tem exercido um importante papel ao desenvolver campanhas nacionais de conciliação e mutirões carcerários, em que foi possível libertar vários presos encarcerados além do tempo devido. “O CNJ veio para ficar e as instituições, quando nascem, precisam de aperfeiçoamentos”, avaliou. 

Antes de entrar na magistratura, Assusete atuou como advogada, assessora jurídica da Delegacia Regional do Trabalho, em Minas Gerais, e procuradora da República.

Fonte: Superior Tribunal de Justiça - STJ, acesso em 05 de junho de 2012.

STJ: Transmissão de HIV configura lesão corporal grave

Ao praticar sexo sem segurança, o soropositivo assume o risco de contaminar a pessoa com quem se relaciona. O entendimento é da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que entendeu que a transmissão consciente do vírus HIV, causador da Aids, configura lesão corporal grave, delito previsto no artigo 129, parágrafo 2º, do Código Penal, ao julgar pedido de Habeas Corpus, relatado pela ministra Laurita Vaz.
O caso julgado diz respeito a um portador de HIV que manteve relacionamento amoroso com a "vítima". Inicialmente, o casal fazia o uso constante de preservativo, mas, depois, as relações passaram a ser consumadas sem proteção, quando, então, o vírus foi transmitido. O homem alegou que havia informado à parceira sobre sua condição de portador do HIV, mas ela negou.
Na decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal contra a qual foi impetrado o Habeas Corpus, ficou decidido que, ao manter relações sexuais sem segurança, o réu assumiu o risco de contaminar sua parceira. O tribunal também considerou que mesmo que a "vítima" estivesse ciente da condição do seu parceiro, a ilicitude da conduta não poderia ser excluída, pois o bem jurídico protegido é indisponível. O réu foi, então, condenado a dois anos de reclusão.
No STJ, a defesa foi clara: o crime não havia sido consumado, pois a vítima seria portadora assintomática do vírus HIV e, portanto, não estaria demonstrado o efetivo dano à incolumidade física. O argumentou não foi aceito pela ministra Laurita Vaz, que entendeu não ter sido provado que a vítima tivesse conhecimento prévio da situação do réu, alegação que surgiu apenas em momento processual posterior, e lembrou que o STJ não pode reavaliar matéria probatória no exame de HC.
Para a ministra, a Aids é perfeitamente enquadrada como enfermidade incurável na previsão do artigo 129 do Código Penal, não sendo cabível a desclassificação da conduta para as sanções mais brandas no Capítulo III do mesmo código, que tratam da periclitação da vida e da saúde. Segundo ela, mesmo permanecendo assintomática, a pessoa contaminada pelo HIV necessita de acompanhamento médico e de remédios que aumentem sua expectativa de vida, pois ainda não há cura para a enfermidade. Com informações da Assessoria de Comunicação do STJ.
Fonte: Consultor Jurídico - Conjur, acesso em 05 de junho de 2012

Brigada Militar: divulgado resultado da prova discursiva para Capitão QOEM


O Diretor Administrativo e o Chefe da Divisão de Recrutamento, Seleção e Acompanhamento da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, no uso das suas atribuições legais, juntamente com a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos – FDRH, divulgaram há pouco o resultado da prova DISCURSIVA do concurso para acesso ao cargo de Capitão QOEM.

  • Para acessar a listagem, clique aqui.
  • Para acessar todas as informações no sítio virtual da Brigada Militar, clique aqui.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Lei 12.653/2012: introduz crime de "condicionar atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia"


Foi publicada no Diário Oficial da União de 29 de maio de 2012, a Lei 12.653/2012, a qual modifica o atual Código Penal  introduzindo o crime de "condicionar atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia", bem como obriga os estabelecimentos de saúde a afixar cartazes em local visível informando o teor do delito tipicado.





LEI Nº 12.653, DE 28 DE MAIO DE 2012.


 
Acresce o art. 135-A ao Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para tipificar o crime de condicionar atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1.º  O Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 135-A: 

“Condicionamento de atendimento médico-hospitalar emergencial 

Art. 135-A.  Exigir cheque-caução, nota promissória ou qualquer garantia, bem como o preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial:  

Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa. 

Parágrafo único.  A pena é aumentada até o dobro se da negativa de atendimento resulta lesão corporal de natureza grave, e até o triplo se resulta a morte.”

Art. 2.º  O estabelecimento de saúde que realize atendimento médico-hospitalar emergencial fica obrigado a afixar, em local visível, cartaz ou equivalente, com a seguinte informação: “Constitui crime a exigência de cheque-caução, de nota promissória ou de qualquer garantia, bem como do preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial, nos termos do art. 135-A do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal.” 

Art. 3.º  O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta Lei. 

Art. 4.º  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 28 de maio de 2012; 191o da Independência e 124o da República.  

DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Alexandre Rocha Santos Padilha
Eva Maria Cella Dal Chiavon
Este texto não substitui o publicado no DOU de 29.5.2012

sábado, 2 de junho de 2012

CONCURSO DE MONOGRAFIAS - PGE-RS/APERGS – 2ª Edição

Imagem extraída do sítio virtual da PGE-RS


A Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul e a Associação dos Procuradores do Estado do RS lançaram Concurso de Monografias Jurídicas, cujo tema é "Advocacia Pública e Combate à Corrupção". As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de agosto de 2012, por e-mail (monografia@pge.rs.gov.br) ou pelo correio. O concurso é destinado a acadêmicos de Direito e aos demais profissionais das diversas áreas das ciências jurídicas, políticas e sociais. Mais informações podem ser obtidas pelo seguinte endereço: pidap-sec@pge.rs.gov.br.

Defensoria Pública Estadual e Polícia Civil ganham novos titulares em Pelotas

Nas últimas semanas Pelotas recebeu novos titulares na Defensoria Pública Estadual e na Polícia Civil. Na Defensoria, com a chegada de um novo defensor público, Igor da Silva, serão implantadas novas medidas, como o agendamento de consultas que agora terão dia e horário certo. Já na Segunda Delegacia de Polícia de Pelotas, a maior distrital da região, com a chegada do Delegado Rafael de Souza Lopes, o combate ao tráfico de drogas deverá ser a meta central das ações da polícia, juntamente com a apuração de homicídios.


2ª Delegacia de Polícia de Pelotas está sob novo comando

Por: Cíntia Piegas
cintiap@diariopopular.com.br

A maior distrital da Polícia Civil da 18ª Regional de Pelotas está sob novo comando. O desafio de administrar uma área policial com mais de 220 mil habitantes está nas mãos do delegado Rafael de Souza Lopes, que assumiu a 2ª Delegacia de Polícia esta semana. O combate ao tráfico de drogas é a principal meta do delegado porto-alegrense.

O desafio a ser encarado pelo titular da 2ª DP é elaborar uma rotina de trabalho em meio ao grande volume de inquéritos. Além dos homicídios que precisam ser investigados (dos 25 ocorridos este ano, 64% correspondem à distrital), crimes como furtos a supermercados grandes e pequenos, estabelecimentos comerciais e de extorsão movimentam a equipe de Lopes. Mas o combate ao tráfico de entorpecentes na distrital que abrange áreas bem conflitantes está no topo da lista de prioridades do delegado, que quer atacar esse tipo de crime para reduzir os que estão por trás dele. 

A notícia sobre reforço de agentes da Civil exclusivos para a investigação de homicídios a partir de junho foi em boa hora. Entre elas, desenhar um mapa do comércio de entorpecentes e poder agir diretamente na fonte. Essa possibilidade atenderia uma reivindicação de comunidades que vivem em meio a áreas deflagradas pelo crime. Da 2ª Delegacia, em todos os casos investigados são mandadas representações à Justiça na tentativa de ter expedidas as prisões preventivas.

[Fonte: Diário Popular - DP, acesso em 02 de junho de 2012]

Defensoria Pública implanta novo método de atendimento

Por: Mônica Jorge
monica@diariopopular.com.br

A Defensoria Pública de Pelotas está prestes a passar por mudanças que devem facilitar o caminho da comunidade na luta por seus direitos. O medo de comprometer a causa pela qual lutam fez com que três pessoas que procuravam o serviço na tarde desta terça-feira (29) optassem por não se identificar durante conversa com o Diário Popular, porém todas afirmaram ter ficado quase uma noite inteira na frente do prédio para conseguir o primeiro atendimento. Isso porque o sistema funciona através de fichas distribuídas nas sextas-feiras. Mas a partir desta quinta a realidade será outra. Com a chegada de um novo defensor público, Igor da Silva, serão implantadas novas medidas, como o agendamento de consultas que agora terão dia e horário certo.

As filas e a situação caótica da Defensoria Pública nas sextas-feiras já eram problemas antigos e haviam suspeitas de venda de fichas. Para acabar com isso agora o atendimento será feito através de agendamento através dos telefones (53) 3228-2648 e (53) 3282-1770 ou diretamente no local que funciona das 9h ao meio-dia e das 13h às 18h. A iniciativa faz parte do Programa de Racionalização de Atendimento. 

A mudança no atendimento inicial não deverá ser a única. O novo defensor garante que haverá uma revolução nos serviços que terão agilidade no processo de triagem. Também faz parte dos novos planos realizar mutirões que visam disponibilizar os serviços e esclarecimentos nos bairros, serviço que segue o exemplo do que já era executado por Da Silva em Venâncio Aires. 

O serviço de Defensoria Pública de Pelotas é disponibilizado em duas unidades - uma situada na avenida Domingos de Almeida, 907, e outra no Foro de Pelotas. Em um prazo de 30 dias, segundo o defensor, as duas deverão ser unificadas em um prédio localizado na avenida Ferreira Viana. A inauguração deste novo espaço já estava prevista para janeiro de 2011.

[Fonte: Diário Popular - DP, acesso em 02 de junho de 2012]